Esta é a Força Especial Portuguesa que é uma das mais temidas do mundo. é um enorme orgulho para nós portugueses.

O Destacamento de Ações Especiais, DAE, é uma unidade de elite da Armada, rodeada de secretismo, que deu os primeiros passos em 1985.

Embora seja uma força militar, o Destacamento de Acções Especiais está preparado para operar em apoio das investigações da PJ, em particular no combate ao tráfico, não apenas na abordagem de embarcações, como na vigilância de acções suspeitas para recolha de informações. É uma flexibilidade ganha anos a fio nas operações militares, com capacidades que vão desde o combate ao terrorismo às acções encobertas.

O DAE está integrado no Corpo de Fuzileiros, onde só entram militares profissionais, que fazem parte do Quadro Permanente da Armada. Quem entra pode sair, mas é mantido no quadro permanente, porque são homens que sabem demais, sejam pormenores de operações, sobre explosivos ou sobre os tipos de armas.

Entrar no DAE não é para todos, mas não porque é preciso ser-se um super-homem ou estar na juventude plena. Bem pelo contrário, porque a quase totalidade dos seus elementos tem idade superior aos 30 anos. Homens maduros com capacidade para pensar por si próprios e avaliar os riscos, sem cair em aventuras e excessos, o que lhes é mais exigido é concentração e calma, confiando que o homem que está a seu lado pensa e age da mesma maneira.

Cooperar com forças congéneres é essencial para este tipo de forças, uma vez que as operações conjuntas são sempre de prever. Exercícios com os SEALS norte-americanos são comuns, assim como com as forças especiais polacas, o GROM.

No entanto, o trabalho conjunto é apenas parcialmente e significa simplesmente troca de experiências, uma vez que no mundo das operações especiais, cada um guarda para si aquilo que considera mais relevante e importante.

Relativamente às famílias as restrições são muitas. Na nossa sociedade é normal falar do trabalho do pai aos seus filhos, mas para os filhos dos elementos do DAE é algo que não pode acontecer. No máximo poderão dizer que o pai é militar e fuzileiro, nada mais, pois na verdade nunca saberão o que os pais, elementos do DAE, realmente fazem.

A própria mulher do militar também está condicionada. Sabe que o marido está no DAE, mas não pode dizer a ninguém. O marido apenas pode informar que vai estar uns dias ausente, mas nunca pode dizer para onde vai nem quando regressa. Mesmo quando acaba a missão nenhum pormenor pode ser revelado.

Afinal, um DAE não é apenas um operacional, pois pelas suas mãos passam não apenas o planeamento de uma acção, como também relatórios e dados com origem nos serviços de informações militares e civis, portugueses e estrangeiros.

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Ao ingressar nesta força transforma-se também num alvo, assim como toda a sua família.
O DAE é uma força especial portuguesa que é uma das mais temidas do mundo!
Onde o segredo é tudo!

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