Segundo estudo, quanto mais beijas, mais vida tens pela frente. O beijo é a forma mais rápida de “ligar o botão” do desejo. Relegá-lo para um segundo plano não é uma atitude inteligente, para um amante que se julga como tal.

O beijo, ou melhor, os muitos beijos diferentes que existem (bocas a unir-se, beijos corporais, mordidas, chupões etc…) transformam o encontro em momentos inesquecíveis.

Beijos são marcos, estão nas nossas melhores (e piores) lembranças. Afinal, quem não se lembra dos primeiros e desajeitados beijos? Ou aquele que marcou pela tristeza de uma doída despedida? O beijo é a assinatura pessoal do encontro amoroso. E com todas as variações que existe, o cerne é o mesmo.

Ninguém beija igual a ninguém. Cada um de nós tem sua própria marca registada e o clímax se dá quando dois seres somam os seus beijos num evento único. Neste momento, sabemos perfeitamente que “deu liga”, “colou”, fez perfeitamente a ponte de dois para “nós”.

Deixar de lado o beijo é dar as costas para um importante elo na manutenção da cumplicidade. Ele é alimento para o amor, tem alto poder erotizante e é um solvente poderoso. Beijos são capazes de dissolver um mal-estar, (pequeno ou grande) algumas rusgas e polémicas. Além disso, ele promove a volta à paz e também garante o esquecimento de chuviscos, que poderiam crescer e tornar-se grandes tempestades sem sua intervenção.

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O melhor beijo que existe é o teu, portanto, não precisas de técnicas, não dá para melhorar o que já é perfeito. Ignorá-lo é deixar de lado uma parte fundamental do encontro amoroso.
FONTEMSN

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