Pois é, parece que Ricardo Salgado vive com enormes dificuldades financeiras! Depois de o Fundo de pensões do Novo Banco ter reduzido as reformas dos antigos gestores do BES (Banco Espírito Santo), Ricardo Salgado vê a sua pensão ser arrestada e atualmente vive com dificuldades financeiras, segundo fontes próximas do ex-presidente do BES.

O antigo presidente do Banco Espírito Santo recebia 52437 euros e passou a receber 39162 euros.

Os cortes nas pensões dos ex-administradores do banco oscilam entre os 24% e os 86%. No entanto, Ricardo Salgado e José Manuel Espírito Santo conseguiram evitar uma redução mais significativa, uma vez que a maior parte das suas pensões estavam salvaguardadas num complemento de reforma.

Outros administradores, como são exemplo Amílcar Morais Pires e José Maria Ricciardi, que contavam apenas com o plano de pensões de comissão executiva, sofreram cortes mais significativos.

Estes novos valores das pensões já reduzidas, reportam-se a maio deste ano de 2017.

O Correio da Manhã cita a ação judicial que foi colocada pelo fundo de pensões do Novo Banco, antigo BES, contra 18 administradores do banco. Com a resolução do BES em agosto de 2014, as contas e outros patrimónios dos gestores que estava no banco foram congelados.

No âmbito da Operação Marquês e dos processos do Universo Espírito Santo, o banqueiro vê a sua pensão de 39 mil euros ser arrestada pelo Tribunal de Instrução Criminal.

Do ponto de vista prático, o valor exato do arresto ainda não terá sido definido pelo juiz Carlos Alexandre.

O Fundo de Pensões do Novo Banco deverá ser notificado pelo Tribunal de Instrução Criminal para informar o valor líquido que Salgado revebe mensalmente. Na posse deste valor, o juiz determinará o valor exato a arrestar e que ficará à ordem dos processos Universo Espírito Santo.

Este arresto judicial preventivo tem como objetivo garantir o pagamento de indemnizações a que os gestores do BES e GES (Grupo Espírito Santo) venham a ser condenados ou a eventuais perdas a favor do Estado das alegadas “vantagens obtidas com a atividade criminosa”, como explicou oficialmente a Procuradoria-Geral da República.

O Ministério Público calcula que as eventuais indemnizações atinjam os cerca de 1,6 milhões de euros.

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Fontes próximas do banqueiro referem que este alega inocência e que esta vai ser devidamente comprovada.

Ricardo Salgado sobrevive com cerca de 1114 euros por mês e encontra-se indignado com a situação. As mesmas fontes alertam para o “tremendo impacto” que Salgado está a atravessar nesta nova realidade da sua vida.

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