Ele é natural de Bragança, foi a uma junta médica, mas não vai receber o complemento de dependência, um apoio económico  da Segurança Social, apesar de ter uma incapacidade atestada de 100 por cento.Segundo a mãe: “Podia aceitar qualquer argumento, mas não ter sido verificada a situação de dependência, isto para mim é uma ofensa

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A mãe Manuela possui um atestado que comprova que o  filho possui 100 por cento de incapacidade”, sendo “completamente dependente nas actividades da vida diárias” e requerendo “apoio para todas as funções”.
Qualquer médico, qualquer pessoa pode comprovar que está dependente, que precisa de outra pessoa”.
A médica que viu Hélder, quando este foi chamado ao Sistema de Verificação de Incapacidades  para junta médica concluiu que o jovem não está dependente de ninguém, apesar dos comprovativos constarem do processo.

A rejeição deveu-se ao facto do filho “ser pensionista e não ter sido considerado na situação de dependência pelo Sistema de Verificação de Incapacidades”.
O diretor distrital da Segurança Social de Bragança, Martinho do Nascimento, confirmou à Lusa ter conhecimento do caso e que a entidade “está atenta e tratará com a máxima celeridade” este processo, embora a decisão do Sistema de Verificação de Incapacidades seja “um ato médico”, pelo que a Segurança Social “não se pode sobrepor”.
Contudo, podemos sensibilizar para que esta situação seja atendível”, reforçou.

FONTEPt Jornal


 
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