Porque o amor não é palpável nem se pode medir. Porque há tantas formas de amar. Porque há que aprender a amar.

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E, nesse amor, é importantíssimo o amor próprio. Talvez aquele que faz realmente a diferença. E nem sempre gostamos de quem somos.

Eu própria aprendi a gostar de mim. Talvez isso seja maturidade, obra dos meus quarenta anos. Nestas quatro décadas, já experimentei vários tipos de amor. Sou hoje uma filha que ama mais, que sente pelos pais um crescente apego e ligação.

Sou uma mãe que ama, a cada dia, um filho que me amará enquanto mãe. E vejo o amor dos avós por ele. Há amores que se vêem. Estão no olhar, nos gestos, nos sorrisos. Porque, quando é a sério, é transparente.

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Tão transparente que, às vezes, é indecifrável. E, por não ter explicação, é tão perfeito. Até que acaba, ou se transforma.

Eu sou daquelas pessoas que acha que, uma vez amor, amor para sempre. Ou então não era amor.
TEXTOCristina Ferreira

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