A carta por pontos entrou em vigor e uma das infrações mais graves e penalizadoras diz respeito ao excesso de velocidade, o que torna o cadastro um sorvedouro de pontos. Sabendo-se que as autoridades andam sempre à caça de multas, é natural que muitos boa gente vão ficar sem carta por infrações menores. Já não falando nas artérias mais rápidas das principais cidades, que são armadilhas a céu aberto – alguém anda na Infante D. Henrique, em Lisboa, a 50 km hora? –, o que dizer das auto-estradas?

É aceitável que sendo os carros e as estradas muito mais seguras do que eram há cinquenta anos se mantenha o limite de velocidade? Por que razão não se aumenta o limite máximo para 150, ao invés dos actuais 120 Km?

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Os partidos defendem a alteração de mentalidades em questões como o aborto, o casamento gay, a eutanásia, a legalização das drogas leves, etc., então por que razão não defender o aumento de velocidade nas auto-estradas, já que se sabe perfeitamente que são muito poucos os que cumprem tais limites?