Cientistas garantem que daqui a 34 anos ninguém mais vai morrer por causa do cancro.

Imagina que sensação boa será acordar num mundo onde os cientistas garantem que daqui a 34 anos ninguém mais vai morrer por causa do cancro.

É para isso que os pesquisadores da University College de Londres (UCL) e do Kings College London estão a trabalhar. De acordo com eles, os avanços nos tratamentos radiológicos, cirúrgicos e medicamentosos, combinados com a redução do tabagismo e melhores taxas de diagnóstico precoce, têm travado uma “guerra contra o cancro” que poderia ser vencida em 2050.

Não importa se 2050 ainda parece distante demais, é muito bom ter a certeza de que esse dia vai chegar e as mortes por cancro deixarão de acontecer para qualquer pessoa com menos de 80 anos de idade.

Para isso que a previsão se torne real, os pesquisadores disseram que o investimento em cuidados com o cancro precisam aumentar, assim como o acesso universal a medicamentos. Ao mesmo tempo, governos e instituições devem incentivar os pacientes a terem consciência e conhecimento sobre sintomas menores que poderiam indicar o cancro e levar ao diagnóstico precoce.

O que torna este um passo especial na história da medicina é que os cancros estão em processo de se tornarem cada vez mais preveníveis ou efetivamente curáveis. Com o crescente reconhecimento dos sintomas e o contínuo investimento em saúde pública e ciências biomédicas, fundamental para alcançar novos progressos terapêuticos, acredita-se que em meados deste século a guerra contra o câncer pode ser vencida.

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Segundo os especialistas, é realista esperar que em 2050 quase todas as mortes relacionadas ao câncer em crianças e adultos com idade até 80 anos se tornem evitáveis ​​através das mudanças de estilo de vida e disponibilidade de tecnologias de proteção e melhores terapias farmacêuticas. Até lá, é importante abandonar a cultura atual em que as pessoas se sentem inibidas em discutir com os profissionais de saúde pequenos sintomas ou subtis mudanças nos seus corpos que podem parecer triviais, mas podem ser indicativos de problemas como o estágio inicial de cancro.

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