Os documentos que incriminavam amigo de José Sócrates parecem ter sido perdidos pelo Ministério da Administração Interna.

O processo de Carlos Santos Silva, está desaparecido no Ministério da Administração Interna devido à reorganização dos serviços pelo anterior Governo.

O caso envolve a empresa Conegil, de que Carlos Santos Silva, o famoso amigo de José Sócrates envolvido na Operação Marquês, foi um dos sócios.

Esta obra foi uma das grandes empreitadas entre 1996 e 1999 e a empresa de Santos Silva acabou por falir em 2003, com 20 milhões de euros de dívidas, das quais 1,6 milhões ao próprio GEPI.

Certo é que neste momento é impossível contabilizar os prejuízos para o Estado, já que o dossier “deu de fuga”.

O Correio da Manhã cita fontes ligadas ao processo que admitem que houve “erros e ilegalidades, bem como o pagamento de trabalhos que nunca existiram”.

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Certo é que assim sendo não é possível apurar o montante em que este processo lesou o Estado.

FONTEZao aeiou

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