“Foi brutal, simplesmente porque foi libertador”, são as palavras de Fátima Lopes quando fala sobre sobre fazer retiros.

A apresentadora descreve todo o processo que a levou a enveredar por esse caminho:

Há vinte e dois anos comecei o meu caminho de desenvolvimento pessoal com a minha querida Christiane Águas.

Foi  ela que me despertou para a importância de nos conhecermos, de nos escutarmos, de mergulharmos no nosso interior para encontrar respostas. Tinha na altura vinte e sete anos e há muito que me questionava sobre uma série de coisas, para as quais não encontrava respostas satisfatórias.

Sentia uma espécie de vazio, de angústia e de ansiedade, por querer não sei o quê, que me preenchesse.

Era óptima a sensação de estar ali só por mim e para mim.

Naqueles dias eu era a minha prioridade, a pessoa mais importante da minha vida e o grande desafio era conseguir manter este objectivo, fora dali. Em cada retiro crescia, ganhava mais bagagem, conhecia-me mais e melhor.

Quando a Christiane faleceu, fiquei uns anos sem fazer retiros porque não me identificava com as pessoas que os ministravam.

Muitas vezes quando as conhecia, não lhes sentia verdade. A sua energia não colava com a minha e como uma das coisas que aprendi foi a respeitar a minha intuição e não forçar aquilo que não ecoa dentro de mim, simplesmente não ia. Até que conheci a Rute Caldeira.

A Rute tem uma dimensão espiritual gigante e é um privilégio sempre que posso fazer um retiro com ela. Durante esses dias, fazemos muitas técnicas e exercícios diferentes, conheço pessoas novas, com realidades e vivências muito diferentes da minha, sou recebida e tratada apenas como a Fátima, criatura à procura de crescer.

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Às vezes os retiros são tão intensos, que acontece um salto quântico e sentimos que passamos mesmo para outro patamar da nossa existência. O último que fiz foi em Abril e chamava-se “Dar voz às emoções”.

Foi brutal, simplesmente porque foi libertador!

Dois dias de retiro têm grande parte das vezes, um efeito mais positivo que 15 dias de férias num local paradisíaco. É o melhor investimento que podemos fazer em nós. Haja vontade de crescer, haja necessidade de renascer.

TEXTOFátima Lopes

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