Vê o que o jejum faz ao teu cérebro e porque as indústrias farmacêuticas não vão estudar esse fenómeno.

Existem exemplos incontáveis da manipulação de pesquisas publicadas pelas indústrias farmacêuticas nos anos recentes. É por isso que o professor de medicina de Harvard Arnold Symour Relman disse ao mundo que a profissão medica foi comprada pela indústria farmacêutica.

“Porque a dieta normal é três refeições diárias mais lanches? Não é porque ela seja o padrão mais saudável de comer, isso é a minha opinião, mas eu acho que existem evidências que mostram isso. Existe uma grande pressão que exista esse padrão de alimentação, existe muito dinheiro envolvido.

A indústria alimentícia – eles vão ganhar dinheiro de pessoas que saltaram o pequeno almoço, como eu fiz hoje? Não, eles vão perder dinheiro. Se as pessoas jejuarem, a indústria alimentícia perde dinheiro. E a indústria farmacêutica?

Se as pessoas fizerem pequenos jejuns, se exercitem periodicamente e forem muito saudáveis, a indústria farmacêutica vai fazer dinheiro com pessoas saudáveis? ”

Mark e a sua equipe já publicaram vários artigos que discutem como jejuar duas vezes por semana pode diminuir o risco de desenvolver doenças como Parkinson e Alzheimer

“Já são bem conhecidas as mudanças que fazemos na dieta afetam nosso cérebro. Crianças que sofrem de epilepsia tem menos episódios quando são colocadas em dietas de restrição calórica ou jejuns.

Acredita-se que o jejum ajuda a iniciar medidas protetivas que ajudam a contrabalancear os sinais superexcitados que os cérebros epiléticos muitas vezes exibem (algumas crianças também se beneficiaram de uma dieta bem especifica com muita gordura e poucos hidratos).

Cérebros normais, quando super alimentados, podem experimentar outro tipo de excitação descontrolada, impedindo o funcionamento cerebral.

Basicamente, quando olhas para estudos sobre restrição calórica, muitos deles mostram um tempo de vida prolongado assim como uma habilidade aumentada de lutar contra doenças crónicas.

O jejum faz coisas boas ao cérebro, e isso é evidenciado pelas mudanças neuroquímicas benéficas que acontecem no cérebro quando em jejum. Também aumenta a função cognitiva, fatores neurotróficos, resistência ao dano e reduz a inflamação.

O jejum é um desafio para o cérebro, e o cérebro responde a esse desafio adaptando vias de resposta ao dano que ajudam o cérebro a lidar com o dano e o risco de doenças. As mesmas mudanças que ocorrem no cérebro durante o jejum imitam as mudanças que ocorrem com exercício regular. Ambas aumentam a produção de fatores neurotróficos que promovem o crescimento de neurónios, a conexão entre eles e a força das sinapses.

Desafios para o cérebro, seja por jejum intermitente ou exercício vigoroso… é um desafio cognitivo. Quando isso acontece circuitos neurais são ativados, níveis de fatores neurotróficos aumentam, e isso promove o crescimento de neurônios (e) a formação e fortalecimento das sinapses…

O jejum também pode estimular a produção de novas células nervosas de células tronco no hipocampo. Ele também menciona a produção de cetonas e que isso poderia aumentar o número de mitocôndrias nos neurônios.

O jejum também aumenta o número de mitocondrias nas células nervosas; isso é um resultado dos neurónios se adaptando ao dano pelo jejum (pela produção de mais mitocôndrias).

Pesquisas clinicas em humanos foram realizadas usando pacientes que recebiam quimioterapia. Por longos períodos de tempo, os pacientes não comiam, o que reduziu as células de defesa.  Isso significa que o jejum mata as células imunes velhas e danificadas e quando o organismo reinicia ele usa as células tronco para criar células novinhas, completamente saudáveis.

Quando passas fome, o sistema tenta poupar energia, e uma das coisas que podes fazer para poupar energia é reciclar muitas células imunes que não são necessárias, especialmente aquelas que estão danificadas. Nós começamos a notar em humanos e animais que as células de defesa diminui no jejum prolongado. Quando és realimentado, as células retornam” – Valter Longo

Antes de jejuar

Uma maneira recomendada de fazer é conhecida como “dieta 5:2”.

No plano 5:2, reduzes a comida para um quarto das suas calorias normais nos dias em jejum (que deve ser algo como 600 calorias para homens e 500 calorias para mulheres nas terças e quintas por exemplo), mas consumindo bastante água. Nos outros cinco dias da semana, come suma dieta normal (no mesmo exemplo, 2400 para homens e 2000 para mulheres nos outros dias).

Outra maneira de fazer é restringir a alimentação em algum horário específico, como só comer entre as 11 da manhã e 7 da noite e não comer fora desse horário.

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Como pensas a tua dieta é, na minha opinião, uma das mais importantes, se não a mais importante parte de estar saudável. Como pensas sobre o que inseres no teu organismo é importante e eu acredito que isso irá eventualmente ficar firmemente estabelecido na literatura médica não influenciável no futuro.

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