Para dar mais velocidade à linha produtiva, multinacionais de diferentes ramos obrigam seus funcionários a usar fralda geriátrica, proibindo-os de ir à casa de banho.
A montadora japonesa Nissan vem sendo acusada pela United Auto Works Union (UAW), sindicato dos trabalhadores da cadeia automotiva e maior entidade sindical dos EUA, de obrigar funcionárias da fábrica situada no município de Canton, Mississipi, a usar fralda geriátrica.
Colaboradoras da fábrica relatam que foram orientadas pela chefia a usar fraldas, embora tenha havido resistência por parte delas.
O motivo: acabar com pausas e interrupções com idas à casa de banho.

Setor Aviário
Quatro empresas gigantes do setor avícola também são alvo de denúncias por abuso ao trabalhador. São elas a multinacional Tyson Foods, a Pilgrim’s Pride, pertencente à brasileira JBS, a Perdue Farms e a Sanderson Farms. Juntas, elas controlam 60% do mercado de aves nos Estados Unidos.
Trabalhadores que pedem para ir à casa de banho são ameaçados de demissão. Muitos, por evitar beber líquidos durante muito tempo, suportam dores consideráveis para manter seus empregos.

Walmart
A rede internacional de supermercados WalMart também tem histórico de violação dos direitos humanos. Abusos cometidos pela multinacional foram divulgados por pesquisadores no livro “Riqueza e Miséria do Trabalho no Brasil”, organizado pelo professor titular de Sociologia no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Ricardo Antunes.
Recentemente, o maior fornecedores de camarão do Wal Mart, sediado na Tailândia, foi descoberto utilizando escravos. O caso foi denunciado por veículos como o The Guardian e a Fortune.

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Empresa Sul-Coreana
Em 2013, a multinacional sul-coreana Lear, fabricante de arnese (tipo de gancho usado para alpinismo), foi denunciada por impor aos funcionários, principalmente mulheres, o uso de fraldas para não abandonar a posição com idas à casa de banho. O caso foi registado em fábrica da empresa em Honduras, país da América Central, que contava com 4 mil empregados.
A denúncia foi feita por um dirigente sindical. Daniel Durón contou que só foi possível divulgar o caso após pressão de autoridades internacionais. Mesmo tendo repercussão no mundo todo, a Lear tentou resistir e impedir o acesso dos órgãos hondurenhos de fiscalização do trabalho.
Que absurdo!