Negligência e maus-tratos a idosos que eram lavados com lixívia e vinagre.

De acordo com despacho de acusação do Ministério Público (MP),encontravam-se internados na instituição, encerrada pelas autoridades em Novembro de 2012, a que a agência Lusa teve acesso, a arguida, atualmente com 66 anos, “tomou decisões em prejuízo dos utentes, com vista a gastar pouco dinheiro” no lar.

Os idosos viviam sob “insuficiência de cuidados assistenciais de enfermagem e de vigilância” e estavam “subnutridos”, além de a responsável pelo lar de terceira idade ordenar às funcionárias que dessem banho aos utentes “com vinagre, detergente da loiça ou lixívia”.

O lar de idosos tinha 24 utentes em janeiro de 2012, que pagavam à instituição uma mensalidade que variava entre 1.535 e 1.750 euros.

No caso de dois dos idosos falecidos a acusação sustenta que a arguida, “ao não proporcionar os cuidados devidos, zelando pela sua saúde, poderia conduzi-los à morte, atenta a sua idade avançada e a debilidade física”.

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Ao permitir que durante uma semana os idosos não recebessem cuidados de enfermagem — pois nenhuma enfermeira desempenhava funções no lar –, a arguida fez com que os utentes “sofressem e agravassem as lesões”.

As camas do lar não tinham grades, o que fazia com que os utentes caíssem durante a noite.

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