Quando se trata da nossa saúde, tomar a palavra de uma pessoa como doutrina pode não ser a melhor ideia, sejam eles médicos ou não. O que uma pessoa realmente acredita ser o melhor rumo no tratamento de uma doença pode ser algo que outra pessoa não recomendaria, dependendo de uma gama complexa de fatores, incluindo onde e como eles foram educados e em particular, quem financiou sua educação.
Na verdade, muitas preocupações foram levantadas sobre o uso de produtos farmacêuticos recomendados pela indústria, muitas vezes pelos próprios médicos que foram orientados a usá-los. Temos agora, além disso, uma enorme quantidade de evidências para corroborar o que muitos destes profissionais têm tentado nos dizer ao longo de décadas:
A profissão médica está sendo comprada pela indústria farmacêutica, não só em termos das práticas na medicina, mas também em termos de ensino e pesquisa. As instituições acadêmicas estão atuando como força de venda da indústria farmacêutica. O que eu acho uma vergonha.“, dizia Arnold Seymour Relman (1923-2014), Professor de Medicina de Harvard e ex-editor-chefe do New England Journal Fonte
O exemplo mais recente deste tipo de corrupção relativa aos antidepressivos, vem de um estudo que foi publicado recentemente no British Medical Journal por pesquisadores do Centro Cochrane Nordic, em Copenhague. O estudo demonstrou que as empresas farmacêuticas não divulgaram todas as informações sobre os resultados dos testes com fármacos:

Este estudo confirma que a dimensão efetiva dos danos causados por antidepressivos não é relatada. Eles não são relatados na literatura publicada, nós sabemos disso – e parece que eles não estão devidamente relatados nos relatórios de estudos clínicos que vão para os reguladores e que são a base das decisões sobre o licenciamento fonte.
Os investigadores analisaram documentos de 70 diferentes estudos aleatórios controlados por placebo sobre inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS) e inibidores da recaptação de noradrenalina (IRSN), e descobriram que a extensão dos efeitos secundários graves reportada pelos relatórios de estudos clínicos foi subestimada.
Esta não é a primeira vez que as companhias farmacêuticas têm tentado manipular a ciência, a fim de colocarem antidepressivos nas prateleiras.
Estes termos para os nossos medicamentos são inventados pela indústria farmacêutica. Eles têm um enorme interesse financeiro em rotular essas coisas como anti-inflamatórias. Eles levaram os médicos a acreditar que esses fármacos, de alguma forma, também tinham um efeito sobre o processo da doença e seriam capazes de reduzir os danos às articulações.
Num artigo, destaca-se que os antidepressivos têm substituído os fármacos que foram identificados como prejudiciais, como o Valium e o Xanax, mas muito viciantes e os seus efeitos colaterais tão perigosos quanto os anteriores.

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Segundo o Professor Gotzche, aqui está uma lista de coisas que deves evitar:
– Antidepressivos, porque eles provavelmente não funcionam em casos graves de depressão;
Todas os remédios que aumentam a atividade cerebral de crianças;
– Os antipsicóticos e outros medicamentos ativadores de atividade cerebral para idosos. As drogas psicotrópicas devem ser utilizadas tão pouco quanto possível, principalmente em situações muito agudas, visto que são muito prejudiciais quando utilizadas durante períodos muito longos;
– Anti-inflamatórios não-esteroidais usados para artrite, dores musculares e dores de cabeça, incluindo a utilização de ibuprofeno sem receita. Estes fármacos devem ser utilizados tão pouco quanto possível; -Exames de mamografias, uma vez que não prolongam a vida, tornam as muitas mulheres saudáveis em mulheres doentes através de diagnósticos excessivos e levam à morte prematura de algumas, porque a radioterapia e a quimioterapia aumentam a mortalidade, quando utilizada para combater tumores inofensivos detectados na mamografia.
– Medicamentos para a incontinência urinária, uma vez que muito provavelmente não funcionam.