Paula Brito e Costa, a ex-presidente da Raríssimas foi hoje ao centro da associação, Casa dos Marcos, na Moita, com o marido e o filho, refere a TVI.

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A presença dos três está a causar desconforto entre os funcionários da associação e o Correio da Manhã informa que a ex-presidente e directora-geral da Casa dos Marcos pode ser alvo de despedimento por faltas injustificada já que não se apresentava centro de apoio da Raríssimas desde o passado dia 12 de Dezembro.

O Código do Trabalho admite a demissão por justa causa dos trabalhadores que faltam cinco dias de trabalho consecutivos sem justificação ou dez dias intercalados.

Relembre-se que Paula Brito e Costa terá também beneficiado de um salário de três mil euros, de 1.300 euros em ajudas de custos e de um Plano Poupança Reforma que rondava os 800 euros mensais.

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O caso levou também à demissão do secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, que prestou serviço à associação como consultor em 2013 e 2015.
FONTESabado

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