Os cientistas afirmam que a rotação da Terra está a abrandar de forma misteriosa e os sismos aumentam, sendo que no próximo ano haverá um forte aumento no número de grandes sismos em todo o mundo.

Novos indícios demonstram que no próximo ano haverá um aumento de grandes sismos em todo o mundo.

Assim como outros factores naturais, a rotação da Terra é cíclica, abranda alguns milissegundos por dia e depois volta a acelerar novamente.

Segundo a equipe de investigação, peritos geofísicos e geólogos, a velocidade de rotação da Terra é influenciada pela actividade que ocorre no seu interior e que tal pode estar sincronizado com a actividade sísmica do planeta.

Os cientistas afirmam que a rotação da Terra está a abrandar milissegundos e para o comprovar e procurar tendências, analisaram cada sismo com magnitude igual ou superior a 7 na escala de Richter, que ocorreu desde o ano de 1900.

Descobriram que, em quase 32 anos, houve um forte aumento no número de terramotos de grande magnitude por todo o mundo e a tendência é para piorar.

De modo a tentar perceber o porquê disto tudo estar a acontecer, compararam com uma série de conjuntos de dados históricos globais e encontraram que um fator fazia uma correlação com este aumento de terramotos. Adivinhas qual foi esse fator? Sim, é verdade. A desaceleração da Terra.

A equipa observou especificamente que, em torno de cada 25 a 30 anos, a rotação da Terra começou a diminuir a velocidade e o aumento dos terramotos aconteceu logo após o início dessa desaceleração.

Historicamente a última desaceleração da rotação da Terra durou 5 anos e no último ano houve um aumento do número de terramotos.

Este ano de 2017 é o quarto ano consecutivo em que rotação da Terra diminuiu, o que leva a equipe de investigação a acreditar que em 2018 haverão mais terramotos, uma vez que é a última desaceleração de 5 anos na rotação da Terra.
Relativamente às hipóteses que estão a causar o abrandamento da rotação da Terra, uma delas envolve o núcleo externo da Terra, que é uma camada que circula por baixo do manto inferior sólido, com 2200 km de espessura, composta por ferro e níquel em estado líquido.

Este material derretido mexe-se num padrão mais ou menos previsível e é este movimento de grande magnitude que tem o poder de alterar o movimento de rotação do nosso planeta, conseguindo acelerar e mesmo desacelerar em poucos milissegundos esse mesmo movimento de rotação. Esta desaceleração não é perceptível para os seres humanos.

Os terramotos são o desastre natural mais difícil de prever e ocorrem, muitas vezes, sem aviso prévio, podendo ser devastadores e destrutivos.

Em certas ocasiões, os geólogos estão limitados às tendências históricas dos dados para prever estes acontecimentos. Com esta nova pesquisa são fornecidos dados consistentes para informar adequadamente as comunidades sobre os riscos que, a curto prazo, terão de enfrentar.

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FONTEPplware


 
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