“Só sabem receitar medicamentos e pôr as pessoas a dormir”, disse Judite Sousa num desabafo sobre a sua vida pessoal.

A jornalista confessou que após a morte de André, a 29 de Junho de 2014, começou a “morrer devagar”. Para ter força para se levantar da cama de manhã, toma antidepressivos todos os dias, os quais prevê tomar até ao fim da vida.

Actualmente francamente melhor, ultrapassados que foram os momentos mais dolorosos que nunca imaginou viver mas frisa que o seu contacto com psiquiatras não é de agora.

O primeiro aconteceu ainda adolescente. “Tive uma infância traumática. Só aos 11 anos é que o meu pai me assumiu como filha e, portanto, nesse início da minha adolescência, precisei de ajuda. O meu primeiro encontro com a psiquiatria foi exatamente aos 13 anos.”

“Nunca tive uma boa relação com estes médicos. A maioria dos psiquiatras é uma fraude. Eles só sabem receitar medicamentos e pôr as pessoas a dormir. São poucos aqueles que conseguem fazer psicoterapia”, disse.

“Desde que o André faleceu, percorri vários psiquiatras. Já tive consultas que levaram 10 minutos e cheguei à conclusão de que, para a maioria, a única coisa que sabem é receitar antidepressivos e ansiolíticos.”

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Numa outra revelação, a jornalista e diretora-adjunta da TVI, confessou que manteve o casamento com o Fernando Seara, sem amor nem cumplicidade, para que o falecido filho, André Bessa, pudesse ter um “pai” presente: “O Fernando foi um óptimo padrasto para o André. Ajudou-me a criá-lo. Devo-lhe isso. Sou grata. Nunca lhe levantou a voz. Tinham uma relação fantástica, falavam imenso de futebol e de outras coisas… Só tenho a agradecer ao Fernando Seara o facto de me ter ajudado a criar o meu filho”, disse.

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