Um Norte-americano que ingeria sushi diariamente tinha ténia de 1,7 metros. Ele notou que tinha sangue nas fezes e depois observou o parasita que levou dentro de um saco para o hospital.

Já hospital com uma ténia de 1,7 metros enrolada num rolo de papel, eledisse aos médicos que deu conta do parasita num episódio de diarreia com sangue. Olhou para a sanita e pensou que o seu intestino estivesse pendurado.

Ao puxar o parasita e ao ver que se mexia, percebeu do que se tratava. O médico Kenny Banh, do hospital de Fresno, disse ao Guardian que esta hipótese é bem melhor do que “pensar que se está a morrer porque as entranhas estão a sair pela parte de trás”.

O paciente explicou ao médico ingeria peixe cru diariamente, especialmente sashimi de salmão. Há meses que sentia desconforto nos intestinos, mas não deu importância. “Ele disse que sentia que algo se mexia nos intestinos e pensou que fossem gases. Estava com desconforto há meses”, referiu o médico.

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O Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC), autoridade de saúde norte-americana, já havia emitido um alerta, em Janeiro, com relação ao elevado risco de serem encontrados parasitas no salmão do Oceano Pacífico.

Estes são eliminados quando o peixe é cozinhado. No caso do sushi é necessária a devida preparação, que inclui a congelação do peixe para matar os parasitas.
FONTENoticias ao minuto

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