Todos somos valentes à nossa maneira, já que tivemos que superar momentos difíceis e esquivar-nos de pedras no caminho que nos levou ao que somos agora.

Todos conhecemos alguém a quem admiramos porque superou de forma incrível um facto traumático… que superou uma doença, uma perda, uma separação, um acidente ou um momento delicado difícil de explicar.

Além disso, é possível inclusive que sejamos nós os que, há pouco tempo, tenhamos passado por algo similar.

Apesar disso, recolhemos os nossos pedaços quebrados e nos reconstruímos de novo, enchendo de esperança e coragem cada cantinho fragmentado.

A aprendizagem com estes momentos nem sempre vem de um livro e nem de um curso de crescimento pessoal.

Há uma série de conhecimentos que são adquiridos à força, sem que tenhamos outra opção. Falaremos mais sobre isso.

Somos mais valentes do que imaginamos

O nosso cérebro é resistente à mudança. Não gostamos dos imprevistos ou das mudanças de sentido nas nossas vidas.

No entanto, e embora seja difícil acreditar, dispomos de muitas ferramentas psicológicas para enfrentar as dificuldades.

Por outro lado, quem resiste, quem se nega a aceitar o ocorrido e é incapaz de sentir a sua própria vulnerabilidade, demorará muito mais tempo para superar.

Recompor a nós mesmos não depende apenas do tempo

A verdadeira cura chega com a valentia da pessoa que dá o passo rumo à aceitação, ao perdão e à clara vontade de se superar para ser feliz.

É preciso ter claro que somos nós mesmos que temos que dar o passo, depende de nós ter vontade, cuidar de nós como merecemos e ativar os mecanismos para a mudança rumo ao bem-estar, ao equilíbrio.

Enfrentar uma depressão, a dor de uma perda ou de uma traição é um ato solitário, um processo que leva um nome próprio: o nosso.

Ninguém pode chorar por nós, ninguém pode nos injetar as forças para fazer com que nos levantemos a cada dia, para que mudemos hábitos e encontremos forças.

Eles podem nos animar, guiar e orientar, mas a responsabilidade sempre é nossa.

A adversidade ensina, mas a vida não é sofrimento, é a procura pela felicidade

 

Cada um de nós tem um mapa de vivências único e excepcional onde se inscreve a nossa sabedoria particular, a nossa essência pessoal.

Todos fomos valentes à nossa maneira. Seja para encontrar o caminho que mais nos convinha ou superando momentos difíceis que deram lugar ao que somos agora: alguém mais forte, centrado, feliz e maduro.

Tudo nesta vida é aprendizagem, tanto as épocas de calma e felicidade quanto os instantes de tormenta e caos emocional.

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O importante é sentirmo-nos orgulhosos por tudo que conseguimos e dignos por cada coisa que temos, que nos define e que dá forma à linda pessoa que hoje se reflete no nosso espelho: nós mesmos.

FONTEResiliência Humana